quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Mosteiro dos Jerónimos

Encomendado pelo rei D. Manuel I, pouco depois de Vasco da Gama ter regressado da sua viagem à Índia, foi financiado em grande parte pelos lucros do comércio de especiarias. Escolhido o local, junto ao rio em Santa Maria de Belém, em 1502 é iniciada a obra com vários arquitectos e construtores, entre eles Diogo Boitaca (plano inicial e parte da execução) e João de Castilho (novo plano, abóbadas das naves e do transepto – está com uma rede de nervuras em forma de estrela –, pilares, porta sul, claustro, sacristia e fachada) que substitui o primeiro em 1516/1517. No reinado de D. João III foi acrescentado o coro alto.
Deriva o nome de ter sido entregue à Ordem de São Jerónimo, nele estabelecida até 1834. Sobreviveu ao sismo de 1755 mas foi danificado pelas tropas invasoras francesas enviadas por Napoleão Bonaparte no início do século XIX[carece de fontes].
Inclui, entre outros, os túmulos dos reis D. Manuel I e sua mulher, D. Maria, D. João III e sua mulher D. Catarina, D. Sebastião e D. Henrique e ainda os de Vasco da Gama, de Luís Vaz de Camões, de Alexandre Herculano e de Fernando Pessoa. O corpo de Almeida Garrett encontrou-se aqui sepultado entre 08-03-1926 e 01-12-1966, altura em que fora solenemente trasladado para o Panteão Nacional da Igreja de Santa Engrácia.

Após 1834, com a expulsão das Ordens Religiosas, o templo dos Jerónimos foi destinado à Igreja Paroquial da Freguesia de Santa Maria de Belém.


Elevador de Santa Justa

Do topo do elevador, inaugurado em 1902, descobre-se toda a Baixa lisboeta e o Castelo de São Jorge. Situado em pleno coração pombalino da cidade de Lisboa, o Elevador de Santa Justa é um verdadeiro ex-líbris da capital portuguesa, tornando-se visita obrigatória para qualquer turista que se desloque a Portugal.

Com o elevador vertical por trás, ou mesmo em plena viagem, já foram experimentados todos os ângulos possíveis de fotografia. Milhões de vezes fotografado, o fotogénico edifício constitui uma irresistível atracção. E não é caso para menos: o elevador de Santa Justa fornece a qualquer visitante uma das vistas mais bonitas da cidade de Lisboa, o que não é um facto surpreendente, se pensarmos que o elevador tem 45 metros de altura.

O Elevador de Santa Justa é um transporte público da era da arquitectura do ferro, subindo da Rua de Santa Justa, na Baixa, ao Largo do Carmo, sendo actualmente o único ascensor vertical na cidade, desde que, em 1915, desapareceu o da Biblioteca. A sua construção foi licenciada em 6 de Julho de 1899, com o projecto pioneiro a cargo do engenheiro francês R. Mesnier de Ponsard, ficando a obra a cargo da empresa Passadiço: Cardoso & D’Argent Ltd, 1902. Comprimento – 25m.
Cabines: 2, R. Waygood & Co. Ltd., 1908.
Motores: 2 por cabine
Tensão: 300 volts
Travões: eléctrico (de serviço) e mecânico (emergência)
Lotação: 20 passageiros



Arco da Rua Augusta

O vistoso elevador de Santa Justa tem uma estrutura em ferro construída por viaduto metálico de 25 metros, apoiado ao meio num pilar de betão armado e, num dos extremos, numa torre metálica de 45 metros de altura. É fácil, assim, perceber a emoção que se sente durante os escassos minutos da lenta viagem, rumo aos céus. Mas quando se sai, quando as portas se abrem e o vento fresco acaricia a cara, é um mar de beleza que temos pela frente.


Se preferir, em vez de seguir em frente, directamente para o Largo do Carmo (o Convento está em obras, não pode ser visitado, mas o Largo, só por si, é magnífico: tem uma igreja, tascas, esplanadas, um chafariz e o quartel do Carmo, protagonista da Revolução dos Cravos de 1974, para além de dar a acesso ao Chiado), pode subir até ao topo do elevador, onde poderá ver Lisboa de uma perspectiva única, descansar na belíssima esplanada, apanhar um pouco de sol e sentir a cidade a vibrar lá em baixo. Vale a pena a viagem, o passeio e a estada, lá em cima, perto do céu. O Elevador de Santa Justa foi inaugurado em 10 de Julho de 1902 e pertence à empresa Carris.











Aqueduto das Águas Livre


O Aqueduto das Águas Livres é um complexo sistema de captação, adução e distribuição de água à cidade de Lisboa, em Portugal, e que tem como obra mais emblemática a grandiosa arcaria em cantaria que se ergue sobre o vale de Alcântara, um dos bilhetes postais de Lisboa.

O Aqueduto foi construído durante o reinado de D. João V, com origem na nascente das Águas Livres, em Belas, Sintra, e foi sendo progressivamente reforçado e ampliado ao longo do século XIX. Resistiu incólume ao Terramoto de 1755.

Arco do Triunfo, Arco Triunfal, Arco do Triunfo da Rua Augusta é um arco triunfal situado na parte Norte da Praça do Comércio, sobre a Rua Augusta, em Lisboa, Portugal.

Arco do Triunfo reabre hoje. Monumento foi recuperado e limpo e disponibiliza um miradouro com uma vista panorâmica de 360 graus.





terça-feira, 30 de setembro de 2014

Museu Calouste Gulbenkian

O Museu Calouste Gulbenkian está inserido no conjunto que integra o Edifício-sede e parque da Fundação Calouste Gulbenkian (Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa).
O projeto do edifício é da autoria dos arquitetos Alberto Pessoa, Pedro Cid e Ruy de Athouguia.
A sua colecção é composta por aproximadamente seis mil peças de arte antiga e moderna, das quais apenas mil e trinta se encontram expostas ao público.
O museu abriu as suas portas em Outubro de 1969, dando seguimento às disposições testamentárias de Calouste Sarkis Gulbenkian, industrial de origem arménia, fixado em Portugal em meados do século XX, e que ao longo da sua vida reuniu uma vasta colecção de arte.
As peças da exposição permanente encontram-se expostas de forma a constituir dois circuitos independentes. O primeiro é dedicado à Arte Oriental e Clássica, com peças de arte egípcia, greco-romana, arte islâmica, arte da China e arte do Japão.

O outro circuito é dedicado à Arte Europeia, com peças cronologicamente situadas num período que se inicia no século XI e termina no século XX. Este circuito possui núcleos dedicados à arte do livro, artes decorativas, escultura e pintura. No tocante a este último núcleo, salientem-se os trabalhos de artistas como Domenico Ghirlandaio, Degas, Édouard Manet,Peter Paul Rubens ou William Turner.


Exposição